11) Aquário


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– Simbiose sobre o 11º signo do zodíaco 
– O mesmo arquétipo descrito em prosa
– Simbiose de transição de Aquário para Peixes

Este poema — que pode guardar e oferecer — na voz de uma aquariana. 

Versão em prosa

Eu sou o Aguadeiro Altruísta. Da minha ânfora se derrama o fluido capaz de matar a sede de Conhecimento. Foi ao meu senhor, Urano, enquanto esposo de Geia, que os Poetas antigos atribuíram a grave tarefa de criar o Universo. É certo que ele acabou destronado, devido a sangrentas questões familiares. Mas – ó céus! -, ele continua a ser o relâmpado que rasga o horizonte! Àqueles que, corajosamente, forem capazes de olhar esse ponto, será revelado até onde a percepção pode ser levada. Embora a sua relação com os meus domínios dure apenas há pouco mais de 200 anos, creio que já estamos definitivamente ligados. Apesar de poder afirmar que sou o Décimo Primeiro que Inventa e Desperta, ouçamos o que ele tem para dizer:

Eu sou Urano, a Grande Mente, o Guardador do Plano. O meu poder acorda a consciência superior: quem por ela é tocado, sofre o descontentamento de sentir que a sua vida não presta ou é insuficiente. Deste modo promovo a mudança. Eu sou o poder criativo do Espírito Universal, a força que se manifesta em mudanças súbitas do padrão de vida, no rápido florescimento de novas ideias e de concepções originais. Quem comigo sintoniza parte em busca de excitação e novas descobertas, pois faço apelo à liberdade, através da afirmação do indivíduo. Eu sou a “Voz de Deus” que percorre o éter, estendendo o arejamento para além das barreiras do Espaço e do Tempo. Rasgo a consciência e descubro o que virá iluminar as sociedades. Desprezo o que é incómodo e limitador, e inculco um apelo irresistível para que se mude tudo o que esteja ultrapassado. Aqueles que aceitam a minha ação, rapidamente cortam com o que não é essencial. Em condições menos favoráveis, conduzo a posições extremistas nas atitudes e opiniões, ao fanatismo, ao desprezo pela Tradição e à teimosia inabalável. Eu sou o Grande Libertador, e gosto de me disfarçar de acaso. Posso promover revoluções (na Revolução Francesa, no final do século XVIII, a humanidade consciencializou essa força) e a minha influência está agora a crescer imparavelmente. Disporei da humanidade durante os próximos dois milénios, para submetê-la a experiências inovadoras. Calo-me, agora, porque prefiro a surpresa … Se não perceberam, intuam!

Simbiose de transição de Aquário para Peixes

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