A capacidade de repartir

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura. O vídeo abaixo apresenta esse movimento das letras.

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Cabemos, todos nós, onde julgamos que não. Parece-nos que não é possível, mas é verdade. Dar as mãos consiste em estender a nossa mão, desde aqui até onde todos os outros estão, partindo do agora e só parando na eternidade.

 A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e/ou oferecer

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