A herança genética

 

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

É hora de dizer que, ainda hoje, e para vergonha nossa, raramente nos damos conta do que temos vindo a fazer: gerando tacanhez, geramos o lodo que a Terra empoça. Negando, metendo não um mas os dois pés na poça, tiramos o som a quem nos diz que assim não pode ser. Caducamos porque a nossa herança genética faz mossa.

A minha leitura deste poema, que podes guardar e oferecer.

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