A lucidez necessária

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

A Lucibela nasceu pálida e cresceu boazinha, com o olho esbugalhado. Dezenas de anos andou, mui descontente, em tudo quanto é terapia. Nem eu nem os doutores, porém, registámos qualquer resultado. Cerrada a esperança, a sua alma, já sem pingo de pachorra, só gania… Rimando assim, não gozo a infeliz, afirmo que a Vida por vezes atrofia.

A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e/ou oferecer

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