A metamorfose essencial

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Mesmo que tu barafustes e desaproves, não importa, tamanho é o vigor desta verdade, há séculos evidente: a morte não faz lembrar tumbas com carne morta, estranha, com a alma já ausente e a mente torta, ali estendida, só, em cada dia mais descontente.

A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e/ou oferecer

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