A Palavra é a raiz da Criação

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

A Palavra é a vida do sangue que corre na mão que escreve.
É a Palavra que, feita charrua, lavra o chão da obra do Poeta.
Raiz fecunda, nascida no Tempo do Silêncio, que se eleve
criadora, agora, para ser a solista do Canto da Grande Meta.
As que a Musa Menina me diz, fazem de mim um esteta.

A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e/ou oferecer

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