A pureza de toda a criação

Um poema/simbiose parte sempre de um mote. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. No vídeo abaixo podes apreciar esta composição, seguindo a minha leitura, ao som de ‘Heaven in a wild flower’, de Bill Douglas.

Pergunta (de uma leitora imaginária) sobre este poema
Queres tu dizer que o Santo Graal não é o cálice por onde Jesus bebeu na última ceia?

O Graal é, essencialmente, um recipiente. Logo, na versão “copo” pode conter vinho; na versão “útero” pode conter um feto; simbolicamente pode conter a Verdade. Fazer ver a alguém que as coisas não são como nos dizem, é quase sempre frustrante!

A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e/ou oferecer.

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