De ti vem a luz que me solta as crinas

Uma das quinze Simbioses que receberam o “Prémio Revelação de Poesia”
da Associação Portuguesa de Escritores, em 1979 

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Tiveste já as tuas veias picadas: a capa que nos embrulha e nos transe, metendo-nos ao longe, se crê. Solta antes as rédeas do pensamento e às crinas solta-as no ar do vento!

A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e oferecer

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