Desafio

A ideia é desafiar-te a escrever poemas no formato simbiose.
Não sabes do que se trata?
Como pode parecer difícil (embora não seja), vou facilitar ao máximo.

Começo por te dar um mote divinal, inspirado numa tirada (divertidíssima)
do sublime Vasco Santana no filme “O Pátio da Cantigas”:

Pára e escuta, flor do meu martírio!

Podes rever aqui  essa cena genial, entre os minutos 35:20 e 39:15.

Este mote proporciona a escrita em vários tons, do sério ao jocoso.
Fica ao teu critério.

Continuando a facilitação da brincadeira, apresento uma hipótese de fragmentação do mote
— que deves copiar para uma folha A4 em formato WORD para compor o poema — .
Todavia, seroa bom que te atrevesses  a fazer a tua própria fragmentação.

Pára e escuta, flor do meu martírio

                Pá                           Ra…
                e escu                   ta…
                flor                         do…
                                                meu…
                mar                        tir…
                i                               o…

Atenção
Se no final de alguma das linhas fizeres ponto ( . ), a linha seguinte deve começar (naturalmente) com maiúscula. 

Naturalmente, respondi ao meu próprio desafio.

É claro que podes usar outro mote qualquer.

Para facilitar as composição de palavras começadas pelas sílabas/letras resultantes da fragmentação do mote (acima, a negrito), aqui tens uma ajuda a que eu recorro com frequência.
Usa a janela “Letras iniciais”. No caso de precisares de rimas, usa a janela “Letras finais”.

Obrigado pela atenção
Vitorino de Sousa