Se fazes birra, do Mago Rei não receberás mirra

Sempre que chega o Natal é sempre bom matar saudades dos Reis Magos, embora Reis decerto não fossem. Quanto a serem Magos, vá lá saber-se. Seja como for, a gente gosta. Por isso, repete.

Aqui, porém – e como seria de esperar – a coisa é um bocadinho diferente: em vez de três, é só um e é designado por Mago Rei, porque fica mais bonito. Quanto ao resto, o meu maior desejo é que não te revejas no que está escrito na segunda quadra. Seria grave por andares por aí a disseminar a hipocrisia. Ou seja, a fazeres uma coisa e a dizeres que és outra. 

Outras simbioses escritas com motes do autor

 

As peganhentas…

Dedicatória:

Esta Simbiose é para aquelas pessoas que julgam que, “por estarem na espiritualidade” vão encontrar só gente decente e confiável. Puro engano: o esterco do mundo espiritual é igual ao dos outros mundos. As moscas é que são outras!

Ingénuas…

Esclarecimento:

Esta composição foi inspirada naquelas criaturas do sexo feminino que vivem noutro mundo, porque têm uma gigantesca dificuldade em viver neste com os pés no chão.

Claro que esta situação, que custa imenso sofrimento, é aplicável, também, às criaturas dos género masculino.

O texto, ensopado em compaixão, é o mais sério possível; o vídeo procura desanuviar a situação.

Vivendo essa crença…


Ao referir as “vaginas vagabundas” e os “pénis deambulantes”, não pretendo avivar a fogueira da rebaldaria que vai por aí.

Sei muito bem o que é “fominha encoberta” e solidão disfarçada de socialização íntima.

Pedindo desculpa pelo atrevimento, isto é só para fazer pensar um bocadinho.

O vídeo abaixo ajuda!