Motes Alheios

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Conjunto
Convivendo com poetas e escritores

Natália Correia — Fiz com as fadas uma aliança

Mahatma Gandhi — A pobreza é a pior forma de violência

Luís de Camões — Erros meus, má fortuna, amor ardente
Luís de Camões — Alma minha gentil, que te partiste 
Luís de Camões — Amor é um fogo que arde sem se ver 
Luís de Camões — Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Mª José Lopo de Carvalho — A solidão é uma forma tímida de tristeza 

Ary dos Santos — Nem um poema, nem um verso, nem um canto
Ary dos Santos — Fecham-se os dedos donde corre a esperança

Miguel Galante — Sobe ao promontório do supremo silêncio interior 

Fernando Pessoa — Quando escrevo, visito-me solenemente
Fernando Pessoa — Sentir?… Sinta quem lê! 

Sá de Miranda — Comigo me desavim

José Afonso — No céu cinzento sob o astro mudo
José Afonso — Penitência diz a hidra quando há seca
José Afonso — O que faz falta é avisar a malta

Florbela Espanca — Eu quero amar, amar perdidamente


Como se escreve poesia no formato “simbiose”?