Motes do Autor

As Simbioses apresentadas nesta página estão distribuídas por vários grupos, consoante a sua natureza. As imagens, a montagem e a sonorização dos vídeos são da minha responsabilidade. Em cada página está disponível a gravação do respectivo poema, que podes guardar e oferecer.


Já nos tempos do teatro espreitava a “simbiose”:
– Duas partes que se juntam para formar uma terceira.

Nas  ilustrações em vídeo assinaladas com (*)  pode ver-me a dizer o poema.

As atualizações mais recentes

 Para ti, quanto vale a minha poesia?
 O terno Paradigma do Amor
 Os potenciais do teu futuro



Confissões de um poeta simbiótico – (*)
Todos os deste grupo

♦ – José Vitorino de Sousa Bartolomeu
♦ – 
A arte de um ser português 
A solidão é uma forma tímida de tristeza 
♦ – Um colaborador visível
♦ – O Mensageiro do Amor 

♦ – O fundamento da Grande União 
♦ – Um Conhecimento para a minha liberdade 
♦ – Vivendo em paz, o meu coração sente-se agradecido  
♦ – A pureza da Criança 
♦ – A cura pelas vias naturais 
♦ – A Grande Consciência Primordial 


Poemas de amor… – (*)
Todos os deste grupo
♦ – Eu quero amar, amar perdidamente!
♦ – Pára e escuta, flor do meu martírio 


Olhos nos olhos – (*) – 
Todos os deste grupo
♦ – Para transcender a vida terrena
♦ – O Espírito escurece quando não tens os pés no chão
♦ – O conhecimento direto
♦ – Se te expressas com muito açúcar, destróis a firmeza
♦ – O Código genético da humanidade
♦ – Só viverás a paz eternamente quando viveres desprendidamente


Para ti,  que não te ralas com poemas descarados, “sem filtro”
♦ – Tenho de andar para não engordar (*)
♦ – A superação do que é sombrio (*)
♦ – Se queres encantamento, senta a paz no trono do pensamento
♦ – A Luz em ti soterrada, põe a fera em ti mui afetada
♦ – Se queres encantamento, senta a Paz no trono do pensamento
♦ – Quando o coração se cala, a vida toda reclama
♦ – O poder do mundo vegetal
♦ – Na realidade global
♦ – O engano cego


Para ti, homem… s
e és um ‘Plantador da Carência
♦ – A comunhão com a Vida (*)
♦ – A fertilidade da Vida
♦ – No pântano onde nos temos vindo a cansar
♦ – Os cavalos de briga se divergem destroçam a quadriga
♦ – Sai do teu pedestal para beberes o que está dentro do Graal
♦ – O arquétipo da energia masculina


Para ti, que gostas da coisa com  ironia e alguma graça

♦ – Pára e escuta, flor do meu martírio (*)
♦ – A libertação completa da dor
♦ – A lucidez necessária
♦ – A metamorfose essencial
♦ – Um convite à renovação
♦ – A rendição total

♦ – A base material


Para ti, mulher… c
om sabor achocolatado
♦ – Os velhos impedimentos
♦ – A pureza de toda a criação
♦ – As peganhentas, cínicas e maldosas
♦ – A matriz dos humanos e dos desumanos


Para ti, mulher… com sabor envinagrado
♦ – Quem nasceu para amar, acalma desatinos
♦ – Se não fazes birra, do Mago Rei não terás mirra
♦ – A sabedoria do Feminino


Para ti, mulher… estejas no ‘caminho espiritual’, no ‘sem saída’ 
ou noutro

♦ – Ingénuas, logo muito despassaradas
♦ – Cântico das belas bruxas sadias
♦ – O Feminino no âmbito da Terra

Para ti, homem… quer sejas educado ou assim-assim
♦ – A alquimia humana
♦ – Quando a faísca se apaga começa a sonhar com a chama
♦ – Reprimir o que é brilhante, mata o que é emocionante
♦ – A compaixão é o fruto inevitável da lucidez adquirida

♦ – As Portadoras da Perfeição
♦ – Os domínios da cegueira
♦ – Os entraves súbditos
♦ – Os registos estelares


Para nós: tu, eu e os outros que entendem português
♦ – A capacidade de repartir  (*)
♦ – A chave da suprema lucidez
♦ – O som criativo original
♦ – Vivendo essa crença, entre ti e a escuridão não há diferença
♦ – Os que abrem as velas ao sopro dos ventos
♦ – A Fonte Branca do pensamento
♦ – A alta origem da existência
♦ – A intuição pura e dura


Reflexões genéricas, tipo desabafo
♦ – A transcendência do que foi dividido
♦ – As forças de concretização
♦ – O crescimento natural
♦ – Com a morte física, tudo o que é material se perde
♦ – A Guardiã dos Arquivos
♦ – A herança genética
♦ – Lamento sussurrado das velhas almas armadilhadas
♦ – O feroz fogo lavra e o triste lavrador fenece
♦ – De ti vem a luz que me solta as crinas
♦ – O equilíbrio do Feminino/Masculino
♦ – A alquimia necessária
♦ – A vitalidade essencial


Escritas por encomenda
♦ – O encanto que nasce da intuição fogosa
♦ – A timidez que nasce do silêncio fechado


Conclusão suplicante
♦ – O ponto de partida