O terno Paradigma do Amor

No vídeo abaixo podes ver-me a dizer o poema, apreciar o movimento das letras do mote para formar novas palavras e ler a “simbiose” com calma. 

A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e/ou oferecer


Pergunta (de um leitor imaginário) sobre este poema
Porque é que não há meio de as guerras acabarem?

Nós temos um anjinho sussurrando num dos ouvidos; no outro, temos um diabinho aos berros. Temos preferido o segundo.

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