O terno Paradigma do Amor

No vídeo abaixo podes ver-me a dizer o poema, apreciar o movimento das letras do mote para formar novas palavras e ler a “simbiose” com calma. Aqui, o som da leitura, para guardar ou oferecer.


Pergunta (de um leitor imaginário) sobre este poema

Fui eu que fiz as perguntas que tu puseste no poema, porque a guerra não sai, quer do mundo, quer de mim. Foi por isso que perguntei: “Teremos dentro de nós” a presença do Paradigma do Amor”?

“Todos nós o temos desde a Primeira Nascença!”. É como se fosse um anjinho sussurrando num dos ouvidos. O problema é que, no outro ouvido, temos um diabinho aos berros. Ora, nós temos vindo a preferir a gritaria em vez do sussurro! Se alguns já preferem o sussurro, durante imensas vidas deram crédito à berraria. Portanto, se mudaram de comportamento, é porque aderir à algazarra não é uma fatalidade. É uma questão de mentalidade, de consciência… e de escolha!
Este aqui poderá dar uma ajuda!