Os entraves súbditos

Uma Simbiose parte sempre de um mote, cujas palavras são usadas para gerar outras palavras.
O vídeo abaixo apresenta esse movimento, acompanhado por ‘Sicilienne”, de Gabriel Fauré.


Pergunta (de uma leitora imaginária) sobre este poema

“Os entraves súbditos’… Súbditos de quem?

Os entraves, que nos tramam a vida, são súbditos daquela coisa ameaçadora que anda de noite e a gente não vê! Seja como for, convinha que lesses mais isto… sem te ofenderes

A minha leitura deste poema, que podes guardar e oferecer.