Os registos estelares

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Este poema requer uma resposta da tua parte. Mas ninguém precisa de saber.
Só a ti deve interessar. A pergunta está mais abaixo.

Pergunta (de um leitor imaginário) sobre este poema
Podes explicar a frase “Respiraste avidez e abonaste a Treva, tudo derrubando”?

Pouco imposta se tu, em vidas anteriores, na Terra ou em qualquer outro lugar, “tomando corpo (ou seja, encarnando) ou sendo sem idade (isto é, fora do tempo linear), foste uma pessoa comum, sem reconhecimento social, ou uma figura destacada (líder, rei, faraó, imperador, etc.). O que interessa é a marca que deixaste no contexto em que viveste. Assim, independentemente das condições de vida “estiveste bem” (serviste a Verdade agindo com intenção pura) ou “abonaste a Treva, tudo derrubando” (serviste as forças da involução)?”

Pergunta (ao leitor imaginário) sobre este poema

Vamos deixar de lado as vidas passadas. Nos últimos anos, como tens feito? A tua balança cai mais vezes para o lado do servir “a Verdade agindo com intenção pura” ou para o lado de servir as “forças da involução”?

A minha leitura deste poema, que podes guardar e oferecer