Reprimir o que é brilhante, mata o que é emocionante

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Rente ao chão do meu país paira uma névoa pesada. Mirando entre os meus pés, aguarda a hora de subir. Brilham os seus olhos de serpente má, dissimulada, matadora desalmada do que em mim quer evoluir. Então, um dia, sinto que, feita inveja, já por mim trepou, ondeada e fria, para roubar o que a minha alma já logrou. Tens aqui o que a Musa Menina agora mesmo me inspirou.

A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e/ou oferecer

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