Se não fazes birra, do Mago Rei não terás mirra

 

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Sendo tu, como usas dizer, uma pessoa lisa e decente, és alguém que, certamente, pra longe enxota a Vileza. Raramente fazes birra e és mansa, sem canino dente. Mascando mel de mascar, dormes louvando a Pureza. Resta saber se, sendo desse jeito, és deveras diferente. Não repetes a toada de quem o Mago Rei muito preza? Ternamente, beijas o seu rosto inventado, descontente? Mirras se Ele (por ti feito Mestre) não te oferta realeza? Rapariga! Não inventes mais uma Alteza!

A minha leitura deste poema /simbiose, que podes guardar e oferecer

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