Só viverás a paz eternamente quando viveres desprendidamente

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Viver, vivo todos os dias, dizes tu. Duvido, pois vives com apego. A Paz Sem Ego vive onde o viver é diferente do viver que tu dizes. Nada te barra o acesso (excepto tu) à Vida onde vive o Sossego. Quando viveres a tua vida sem os temores vívidos dos aprendizes, viverás aquela paz que vive o martelo que já não precisa do prego. Desprende-te dos fantasmas vivos que vivem no viver dos infelizes. Terás mais vivências decentes e menos deslizes!

A minha leitura deste poema/simbiose, para guardar e/ou oferecer

Retroceder   ↔   Sugestão de leitura complementar