Só viverás a paz eternamente quando viveres desprendidamente

No vídeo abaixo podes ver-me a dizer o poema, apreciar o movimento das letras do mote para formar novas palavras e ler a “simbiose” com calma. Aqui, o som da leitura, para guardar ou oferecer.

Pergunta (de um leitor imaginário) sobre este poema

Prescindindo do prego, o martelo não perde a sua razão de ser?

Não me parece. Enquanto precisou do prego para se sentir útil, o martelo talvez não se tenha apercebido de que é constituído por duas partes: o cabo e a cabeça! Questão de autoconhecimento! Aqui tens, a propósito de “desprendimento”.