Só viverás a paz…

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Uma sugestão que contraria o que nos dizem todos os dias.

Pergunta (de um leitor imaginário) sobre este poema
Prescindindo do prego, o martelo não perde a sua razão de ser?

Não me parece. Pode, por exemplo, trabalhar no autoconhecimento. Enquanto precisou do prego para se sentir útil, talvez não tenha apreciado o facto de ser constituído por duas partes: o cabo e a cabeça!

A minha leitura deste poema, que podes guardar e/ou oferecer