Alma minha gentil, que te partiste

O mote deste poema/simbiose é o primeiro verso
de um soneto de Luís Vaz de Camões.

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Mar da China! Foi nele que a tua Dinamene se afundou, naquele ventado dia que Neptuno, irado, fez agreste. Num rito alienado, chamou a Morte que de ti a arrancou, louvando o seu Deus Sem Trela. Mas quando renasceste terno e nu, na tua pele estava o amor dela, que logo vibrou tão viva como aquele, aceso, que no Oriente lhe tiveste. Tens aproveitado, nesta vida, esse amor que te veste?

A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e/ou oferecer

O soneto de Camões
A minha leitura deste soneto

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