Amor é um fogo que arde sem se ver

O mote deste poema/simbiose é o primeiro verso
de um soneto de Luís Vaz de Camões.

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Amor é um olhar que chega sem bater; é fosso vil que se recusa inutilmente; é ardor que, ao acende-se, bem se sente; é verter brandura sobre quem quiser; é…

A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e/ou oferecer

A ilustração audiovisual deste soneto de Luís de Camões

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