Como se escreve no formato simbiose

 Um poema/simbiose parte de um mote/titulo o qual é “fragmentado” de forma a que só algumas letras/sílabas sejam aproveitadas para criar a primeira palavra de cada linha do poema. As letras/sílabas não utilizadas arrumam-se à esquerda do poema e não participam na leitura.
O movimento das letras do vídeo abaixo serve de  exemplo.

Criado em 1979, por Vitorino de Sousa, este formato recebeu, nesse mesmo ano, o Prémio “Revelação” de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, com a colaboração com a Secretaria de Estado da Cultura. O trabalho premiado foi publicado na Coleção Licorne da Editora Arcádia, Lisboa, em 1980, com prefácio de Alberto Pimenta, um dos elementos do júri do concurso, juntamente com Ana Hatherly e Gastão Cruz.

Aqui tens um  método divertido para criar o mote/título.

Para te ajudar nas rimas, tens aqui uma grande ajuda.

Só falta dizer o seguinte: quando a tua Musa se fartar do formato “simbiose”,
propõe-lhe o formato “Esoibmis“.

 Em caso de dúvidas persistentes…

Muito obrigado
Vitorino de Sousa