Erros meus, má fortuna, amor ardente

O mote deste poema/simbiose é o primeiro verso
de um soneto de Luís Vaz de Camões.

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Erraste quando falhaste no amor e sofreste de má fortuna? Malbarataste os anos que duraste, aqui e longe deste país? Morrer rilhando os dentes p’la miséria apodrecidos, é lacuna desde há muito por corrigir nesta velha pátria seca sem raiz. Tenho muita pena que ainda hoje se mantenha essa matriz.

A minha leitura deste poema/simbiose que podes guardar e/ou oferecer

O soneto de Luís de Camões

A minha leitura deste soneto que podes guardar e/ou oferecer

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