José VITORINO DE SOUSA Bartolomeu

Foto de Miguel Bartolomeu

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Jovem já fui. Mas em nenhum dia deixei de o ser. Vi todos estes anos rodopiando à minha volta no Carro Alado do Tempo, que não consegui deter. Decidi então ficar a ver e manter-me à rédea solta. Soube bem! Vendo que não precisava de escolta, sarado me senti da frequente fome de depender. Toda a gente, ou quase, experimentou a revolta, o que me deixou deserto e seco, sem entender. Minha vontade continua a ser a de criar o que puder, usando os Fios de Luz em que a Terra está envolta.

A minha leitura deste poema que podes guardar e/ou oferecer