Motes Alheios

Os poemas/simbiose apresentados nesta página estão distribuídos por vários grupos, consoante a sua natureza. A montagem e a sonorização dos vídeos são da minha responsabilidade; as imagens utilizadas são da minha autoria.

Conjunto
Convivendo com poetas e escritores
Eu quero amar, amar perdidamente (Florbela Espanca)
No céu cinzento sob o astro mudo (José Afonso)
Alma minha gentil, que te partiste (Luís de Camões)
A pobreza é a pior forma de violência (Gandhi)
Ai flores, ai flores do verde pino (Dom Dinis)
Amor é um fogo que arde sem se ver (Luís de Camões)
A solidão é uma forma tímida de tristeza (Mª José L. Carvalho)
O que faz falta é avisar a malta (José Afonso)
Sentir?… Sinta quem lê! (Fernando Pessoa)
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades (Luís de Camões)
Sobe ao promontório do supremo silêncio interior (Miguel Galante)
Erros meus, má fortuna, amor ardente (Luís de Camões)
Fiz com as fadas uma aliança (Natália Correia)

Fecham-se os dedos donde corre a esperança (Ary dos Santos)
Comigo me desavim (Sá de Miranda)
Quando escrevo, visito-me solenemente (Fernando Pessoa)
Penitência diz a hidra quando há seca (José Afonso)
Nem um poema, nem um verso, nem um canto (Ary dos Santos)
Um mover de olhos, brando e piedoso (Luís de Camões)

Conjunto
Sentir?… Sinta quem lê!
Copiando a luz, não a criando, nada se supera (Vitorino de Sousa)
O que faz falta é avisar a malta (José Afonso)
Sentir?… Sinta quem lê! (Fernando Pessoa)

Conjunto
Evidências de outros mundos
Peçam e ser-vos-á dado
Amai os outros como a vós mesmos
Nem só de pão vive o Homem
Eu sou a Caminho, a Verdade e a Vida
Lamento sussurrado das velhas almas armadilhadas
Muitos são os chamados, poucos são os escolhidos
Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida
Vós sois o sal da Terra
 Muitos são os chamados, poucos são os escolhidos  


Como se escreve poesia no formato “simbiose”?