Motes do Autor

Os poemas/simbiose apresentados nesta página estão distribuídos por vários grupos, consoante a sua natureza. A montagem e a sonorização dos vídeos são da minha responsabilidade.
Todas as imagens utilizadas são da minha autoria.


A verde os trabalhos reformulados recentemente


Conjuntos


Da minha Musa Menina
É bom sentir a Musa Menina quando escrevo
A arte de um ser português
Comigo me desavim (Sá de Miranda)
Quando escrevo, visito-me solenemente (Fernando Pessoa)
Nem um poema, nem um verso, nem um canto

Fecham-se os dedos donde corre a esperança (Ary dos Santos)
Reprimir o que é brilhante, mata o que é emocionante
Fiz com as fadas uma aliança (Natália Correia)

Andar assim, parado, é perdurar na incerteza
Quem espera, desespera… ou sempre alcança?
A Palavra é a raiz da Criação
Conclusão com agradecimento

Confissões de um poeta simbiótico
José Vitorino de Sousa Bartolomeu
Para ti, quanto vale a minha poesia?
O Mensageiro do Amor

A cura pelas vias naturais
Sinto o Passado a pairar lá muito longe
Eu quero amar, amar perdidamente (Florbela Espanca)

A Grande Consciência Primordial
Reprimir o que é brilhante, mata o que é emocionante
O fundamento da Grande União
Um conhecimento para a minha liberdade
A solidão é uma forma tímida de tristeza
Vivendo em paz, o meu coração sente-se agradecido

Ai Portugal, Portugal !
Quem espera, desespera… ou sempre alcança?
A comunhão com a vida
O ódio que mata, impede que a paz à porta bata
Reprimir o que é brilhante, mata o que é emocionante
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades (Luís de Camões)
Neste pântano onde temos vindo a dançar
O feroz fogo lavra e o triste lavrador fenece

Para quem gostas da coisa com alguma graça
A rendição total
Na realidade global
A metamorfose essencial

Tenho de andar para não engordar

A revelação de um segredo
Um convite à renovação
A alquimia necessária
O poder do mundo vegetal

Pára e escuta, flor do meu martírio
A libertação completa da dor
A tua realização prática

Olhos nos Olhos
Se queres encantamento, senta a paz no trono do pensamento
Só viverás a paz eternamente quando viveres desprendidamente

Na realidade global
Maltratando o que é sagrado, conspurcas o Infinito
Se te expressas com muito açúcar, destróis a firmeza

A base material

Para quem entende português
Os entraves súbitos
A alquimia humana
A capacidade de repartir
A chave da suprema lucidez
Maltratando o que é sagrado, conspurcas o Infinito
A compaixão é o fruto inevitável da lucidez adquirida
Os registos estelares
O Som criativo original
A Fonte Branca do pensamento
A lucidez necessária
Os que abrem as velas ao sopro dos ventos
Vivendo essa crença, entre ti e a escuridão não há diferença

Poemas de Amores
Quem nasceu para amar, acalma desatinos
Eu quero amar, amar perdidamente (Florbela Espanca)
Como os cães do Nilo te corro o corpo
Pára e escuta, flor do meu martírio

Alma minha gentil, que te partiste (Luís de Camões)
O adjetivo é o sal da escrita
Nada tens de imperfeito; só o Amor está velado no teu peito
Amor é um fogo que arde sem se ver (Luís de Camões)

Reflexões genéricas, tipo desabafos
A herança genética
Neste mundo incompleto quem está no Templo, desde o chão até ao teto?
Com a morte física, tudo o que é material se perde

A vitalidade essencial
O crescimento natural

De ti vem a luz que me solta as crinas
O frio do inverno copia o sabor da nossa melancolia
Os Códigos para os Novos Tempos
As forças de concretização

Para ti, mulher, estejas no ‘caminho espiritual’ ou no ‘sem saída’
A matriz dos humanos e dos desumanos
O Feminino no âmbito da Terra

A sabedoria do Feminino
Se te expressas com muito açúcar, destróis a firmeza
A timidez que nasce do silêncio fechado
As peganhentas, cínicas e maldosas
Cântico das belas bruxas sadias
Ingénuas, logo mui despassaradas
O encanto que nasce da intuição fogosa
Se não fazes birra, do Mago Rei não terás mirra

Penitência diz a hidra quando há seca

Para ti os Plantadores da Carência
A fertilidade da Vida
O domínio da cegueira
Sai do teu pedestal e bebe o que está dentro do Graal
O arquétipo da energia masculina

No céu cinzento sob o astro mudo (José Afonso)
A pobreza é a pior forma de violência (Gandhi)


Como se escreve poesia no formato “simbiose”?