Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

O mote deste poema/simbiose é o primeiro verso
de um soneto de Luís Vaz de Camões.

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Muitos séculos já passaram. Mas, porque a Luz se apagou, os tempos parem seres que sempre se mostram mal paridos. Muda está a gente sã. E o torpor que o Luso Gordo angariou serve ao Luso Desdentado que chucha remorsos mal cosidos. Voos concretizados só os que a Alma Branca do país voou. A Alma Negra, essa, vive na bolsa dos Decisores Bem Nutridos, desde a noite em que a Armada Sombria aqui ancorou.

A minha leitura deste poema/simbiose que podes guardar e/ou oferecer

O soneto de Camões

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