O que faz falta é avisar a malta

O mote deste poema/simbiose, escrito em 2018, foi retirado de
“O que faz falta” de José Afonso.

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Que falta me faz um povo erguido, da tristeza não amante, fazendo por si, recusando, sem da vileza estar à mercê. Falta-me, sim! Viver num país contraído é não ser viajante, é aviltar a Vida e ter de aceitar o que só a Morte garante. Sarna assim só os tristes coçam, e sem saberem porquê. Mais valia ser… Não sei! Tudo menos um cansado amante, lascado diamante que, desejoso de ver a Luz, a não vê. A Musa Menina, quando leu isto, censurou-me bastante.

A minha leitura deste poema/simbiose que podes guardar e/ou oferecer

“O que faz falta” de José Afonso

Sugestão de leitura complementar