Para ti, quanto vale a minha poesia?

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Parece-me que não consigo cativar o teu apreço, tido por mim como um afeto de que bem preciso. Quanto te importa se o mereço ou não mereço? Vacilas porque julgas que escrevo de improviso? Lerás, um dia, o que te dou envolto num sorriso? Amigo: tendo de mim o que doutros nunca tiveste, por que te afastas, arisco, silencioso e indeciso? A tua sintonia com isto, confessa, onde a perdeste?

A minha leitura deste poema/simbiose que podes guardar e/ou oferecer

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