Quem espera, desespera… ou sempre alcança?

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título. Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Que pena sinto por a Gente Lusa ter perdido a bravura! Mesmo que não queiras repartir esta velha amargura, peço-te que me sossegues, minha doce Musa Menina.

Deixa-me então dizer-te algo de que estou segura: estás a viver com um Povo que facilmente desatina. É muito frequente quando a vil inveja predomina ou quando, à noite, a mágoa à tristeza dá soltura.

 Será que este cinzento carregado nunca mais termina? Preciosa amiga, preciso que me respondas sem censura: algum dia dançarei cingindo este Povo pela cintura?

Cala o teu pesar! Continuando a rabujar em surdina, a tua partida da Terra não será formosa nem segura.

A minha leitura deste poema/simbiose, para guardar e/ou oferecer

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