Sobe ao promontório do supremo silêncio interior

Um poema/simbiose parte sempre de um mote, que é o seu título.
Partes das palavras desse mote são usadas para gerar a primeira palavra de cada uma das linhas do poema. As “sobras” ficam arrumadas à esquerda e não fazem parte da leitura:

A minha leitura deste poema/simbiose, que podes guardar e/ou oferecer

Versão desformatada para quem acha o formato ‘simbiose’ muito complicado:

Sobe, se poderes subir, até à tua Cripta dos Tormentos. Ao crepúsculo, respira e recita o teu Cântico das Aflições. Prepara a candeia e investiga o teu Covil dos Desalentos. Do supremo degrau de baixo, brota a Fonte das Pulsões. Silêncio é o que ouves, enquanto sobes. Aproveita e não fales. Interior – e demorada – é a revisitação de todos os teus males.

Este poema/simbiose foi retirado do trabalho vencedor do concurso
Brincando com as Palavras/2017

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